Novembro 2009

Sábado, 28, 21h30

RECITAL

AINDA

http://www.myspace.com/aindabierzo

Ainda


Nascido em Ponferrada (O Bierzo, Espanha, 1974), canta em espanhol, galego e português.
Começou a cantar a solo em 1994 como "Siddharta". Percorreu cafés e teatros de toda Espanha. Participou em importantes recitais no estrangeiro como o "Premier Grand Recital de Chanteurs Populaires d'Espagne" (Bruxelles-Liége, 1998) e recebeu o 2º prémio do "Rock&Risa" de León em 1997, e o 3º em 1998.
Em Madrid, compõs a música da peça teatral "Federico, um minuto, uma hora, um século", para o "Albur Teatro" e estudou canto com Paloma Berganza e linguagem musical com Horacio Icasto.
Em 1998 começou a cantar como "Aínda" . Actuou na "Festa do PC" (Madrid, 1997), "Cantos nas Noites de Outono" (Madrid, 1997) e "IXº Encontro de Canção de Autor Benito García Cabrera" (Ilhas Canarias, 2000).
Participou na 1ª edição do festival em homenagem a Zeca Afonso "Cantigas de Maio" (Ceutí, 2000), onde recebeu o terceiro prémio, entre mais de 120 cantores de toda a Espanha.
Participou em concertos com Amancio Prada, Luis Eduardo Aute, Quintín Cabrera, Ismael Serrano, Luis Pastor e Javier Ruibal, entre outros.
Em 2001 editou "Pájaros en la cabeza", o seu primeiro álbum, sendoé incluído em circuitos musicais muito importantes no seu país como os do "Injuve" ou "Artistas em Rota", e em festivais como "Cantando á Luz da Lúa" ou "Autores que Cantam" (Madrid).
Em 2002 voltou para o Bierzo, a sua terra.
Estudou harmonia e composição na "Escola Estudio de Jazz e Música Moderna" de Santiago de Compostela, participou nas peças teatrais da "Compañía del Canal" e tocou novamente com o músico Jesús Ronda.
Em 2006 editou "A cor das mágoas" (El color de las lágrimas)", o seu primeiro livro de poesia, um reencontro com a música, a palavra e os palcos.
Em 2007 cantou em toda a Espanha com o projecto "TalparaCual", com o cantor canario Jorge Santana,  amparados sob o que alguém definiu como "canção de autor".
Acaba de pôr à venda "El mundo no se acaba", o seu 2º trabalho discográfico, em que aprofunda  as suas influências que abarcam novamente desde o jazz aos ritmos latinos, desde o Brasil aos sons árabes, galegos, portugueses, pandereteiras do Bierzo, zanfonhas, algum folk, até aos ecos do pop espanhol dos 80. Tudo em consonância com textos optimistas e cheios de vitalidade, reflexivos umas vezes e engraçados as outras, direitos, sensíveis, poéticos..."

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