Abril 2016

Sábado, 30, 18h30

Recital de Canto e Piano

Apresentação do CD

Outonalidades

Obras de

Francisco Lacerda, Viana da Mota, António Fragoso e Armando José Fernandes

Marcos Santos

Tenor

Helena Vasques de Carvalho

Piano

Marcos Santos nasceu em Setúbal, começou os estudos de canto e interpretação vocal  no Conservatório Nacional de Lisboa. Estudou Canto com Liliana Bizineche, e Filomena Amaro.
No ano de 2013 estreou-se no famoso Carnegie Hall de NY no papel de Romeo na opera Romeo et Juliette perante sala esgotada.No presente ano cantou o papel principal deDuque de Mantua na Opera Rigoletto na Pennsilvania, New Jersey e Filadelfia com grande sucesso. Também em Maio de 2014 fez a sua estreia na opera Die Fledermaus de Johan Strauss  o papel de Alfred em Nova Iorque com a celebre New York Lyric opera Theatre.
Apresentou-se nas audições de Canto para a Mannes College of Music em Nova Iorque, tendo frequentado Canto na referida universidade, onde desempenhou, com grande sucesso, o papel de Des Grieux, da Opera Manon, de Massenet, sob a direcção do prestigiado Maestro Joseph Colaneri (Maestro no Metropolitan Opera House) e encenação de Jay Lesenger. Recentemente fez La Traviata – Alfredo na Noruega com direcção do prestigiado Sir Jonathan Miller  e com o Maestro Marc Soustrot. Cantou no Teatro Nacional de São Carlos na opera O Nariz de Chostakovich o papel de Polícia/ Estudante/Louco com o Maestro Donato Renzetti. Cantou recentemente no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém com a Orquestra Sinfónica Portuguesa como convidado do Teatro Nacional de São Carlos num obra de Vaughn Williams.
Em Janeiro de 2006 fez a sua estreia no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian ao lado de uma das melhores cantoras da actualidade Maria Guleghina com a Orquestra e Coro da Fundação Gulbenkian sob a direcção do seu maestro titular- Lawrence Foster, tendo integrado o elenco da Opera Salomé de Richard Strauss na referida Fundação com o seu maestro titular bem como em Samson et Dalilah, Elektra e recentemente na Norma.  Em Nova Iorque, apresentou-se no papel de Ottokar, na opera Der Freischutz, de Weber, com a Bronx Opera Company.
Participou no Festival de Música de Barbados no papel de Duca di Mantua, na Opera Rigoletto, à frente da Lyric Orchestra of New York.
Fez o seu début no papel de Alfredo, em La Traviata, em New Jersey, tendo recebido grande aclamação por parte da crítica americana ( New York Times).
De  destacar uma tournée de concertos  feita no Japão cujos concertos foram transmitidos em directo para os canais de Televisão em Yokohama, Morioka,  contando  com a presença de Sua Alteza Real a Imperatriz Princesa  no concerto em Tokyo na prestigiada Suntory Hall.
Tem feito recitais a solo em Paris no Conservatoire Superieur, Madrid no Escorial com a presença de Sua Alteza Real a Rainha Margarida da Bulgária, Suécia em Malmo , e Dinamarca em Copenhaga e  Lisboa e recentemente em Nova Iorque na famosa Merkin Hall.  Em Portugal tem actuado a solo no Coliseu dos Recreios em Lisboa, Centro Olga Cadaval em Sintra, Teatro São João do Porto etc.
Cantou a parte de Tenor no Elijah de Mendelsohn e o Messias de Haendel, à frente da New Jersey Symphony Orchestra, bem como a Saint Nicolai Messe com a Stamford Orchestra.
Apresentou-se nas audições para o Opera Studio do Teatro alla Scala de Milão tendo sido seleccionado  para a semifinal.
Realizou cursos de aperfeiçoamento de Canto com Lorraine Nubar, Liliana Bizineche, Ragnar Ulfung, Fábio Yepes,  Regine Crespin, Nico Castel e Renata Scotto, em Portugal e na Suécia. No ano passado foi admitido no prestigiado curso aperfeiçoamento de canto de Montreal do Internationan Vocal arts instituto, onde só se entra por convite tendo como professores- Michel Senechal, Mignon Dunn,  Diana Soviero, Deborah Voigt e Joan Dorneman.
Tem trabalhado com pianistas de renome internacional tais como: João Paulo Santos, Armando Vidal, Paula Grimaldi, Dalton Baldwin (Casa de Mateus)  Pierre Vallet (Metropolitan Opera House) Martin Yazdzik (Assistente de Sir Colin Davis) e ultimamente com a conceituada pianista Joan Dornemann (Metropolitan Opera House).
Como intérprete de Oratória apresentou-se à frente da Orquestra Sinfónica da OPM, Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra dos Açores  interpretando obras como «Requiem» do Bomtempo, Missa Nelson de Haydn, Requiem de Mozart, Missa de Saint Saens que  foram apresentadas no Festival Internacional Musica do Estoril, no Festival de Música de S. Roque e no Festival de Música de Torres Vedras e Festival de Musica dos Açores.
Participou no Concurso Internacional de Canto « Les Jeunes Voix du Rhin, em Estrasburgo, tendo sido seleccionado para a final deste último. Recebeu uma Menção Honrosa no Concurso Verismo, em New Jersey, patrocinado pela famosa Cantora Licia Albanese. Estudou canto em Nova Iorque  com Olga Makarina,  Lorraine Nubar (Juilliard School of Music) Mignon Dunn, Diana Soviero e Frank Lopardo
Helena Vasques de Carvalho estudou piano nos EUA, obtendo o Master of Music em Piano Performance na Universidade do Tennessee (EUA) com uma bolsa da Universidade, e como bolseira da Fullbright. É doutoranda no ISCTE-IUL, em Sociologia da Arte.Frequentou cursos de aperfeiçoamento pianístico com Claude Helffer,Françoise Buquet, Helena Sá e Costa,Maria João Pires, Trio ProArte,Dalton Baldwin, Caio Pagano e Aquiles Delle Vigne.
Tem desenvolvido actividade artística com concertos de musica de câmara em Portugal com os mais diversos artistas residentes, nomeadamente no Museu Gulbenkian, Palácio de Nacional de Queluz, Centro Cultural de Belém, Palácio Foz e em diversas localidades do país (Santarém, Évora, Covilhã, Sesimbra, Seia, Guarda, Porto, Europarque). Fundou o duo Artis com o violinista Luís Cunha e, em 2005 o Duo Aquarius, de música contemporânea, com o flautista António Carrilho. Fez parte do Trio Piazzolla Lisboa, com António Carrilho e Edoardo Sbaffi.
Colaboradora como pianista da Orquestra Sinfónica Nacional e Orquestra Gulbenkian, tocou em obras que marcaram momentos importantes da vida cultural portuguesa, como o “Corvo Branco”de Phillip Glass, obra de encerramento da Expo-98, ou a ópera de Pinho Vargas “Os dias levantados” em comemoração de aniversário do 25 de Abril, e participou em vários dos Encontros de Música Contemporânea da Fundação Calouste Gulbenkian.
Uma das suas gravações integra o CD comemorativo de Lopes-Graça, em duo com o violinista David Wahnon e teve a unanimidade da crítica como excepcional. Leccionou no ensino superior artístico e, presentemente, lidera um projecto de ensino artístico em Lisboa, a Academia de Musica da Graça, sendo vice-presidente da Coligação Portuguesa para a Diversidade Cultural, parte civil da Convenção da UNESCO de 2005.

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