Maio 2007

 

QUINTA-FEIRA, 10

21h30

 

Apresentação do livro de

PAULO SUCENA

Que pátria para este exílio? – O poeta em demanda

( ed. Campo da Comunicação)

 

Professor aposentado, em 2007, licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a sua faceta de sindicalista é, porventura, a mais conhecida.
Presidente do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, de 1989 a 2006, e Secretário Geral da FENPROF, de 1994 a 2007, foi membro do Conselho Nacional e da Comissão Executiva da CGTP-IN e do Conselho Nacional de Educação.
Além da produção teórica relacionada com o ensino e a actividade sindical docente, e a colaboração em diversas publicações, destaca-se, na sua actividade literária, a poesia.
Apresenta, em 10 de Maio, na Fabula Urbis, .que pátria para este exílio? – o poeta em demanda – leitura da obra de Manuel Alegre (1965-71) [Campo da Comunicação, Lisboa, 2007.]

 

No ano em que se comemora o 40ª aniversário de O Canto e as Armas,  Campo da Comunicação assinala  Que pátria para este exílio? O poeta em demanda – Leitura dos tres Primeiros Livros (1965-71) de Manuel Alegre constitui seguramente a melhor maneira de celebrar este evento.

Neste livro, Paulo Sucena consegue dar uma visão “tridimensional” de Manuel Alegre e da sua Obra ao imbricar no mesmo texto os dados biográficos que, de forma mais impressiva, contribuíram para a sua estruturação como poeta e como cidadão; a referência valorativa do significado de vários dos seus livros para a cultura lusófona, particularizando Praça da Canção (1965) O Canto e as Armas (1967) e Um Barco para Ítaca (1971); e uma perspectiva do posicionamento deste escritor face às várias correntes literárias portuguesas contemporâneas